O grande encontro anual entre gestores, empresários e profissionais da cadeia da saúde em geral fornece insights valiosos de várias perspectivas no setor e enquanto estávamos visitando a 23ª Feira+Fórum Hospitalar ouvimos bastante sobre uma tendência latente no mercado de saúde: a busca por eficiência.
A visão do cenário atual aponta que a tecnologia não é mais uma opção, mas uma imposição e os clientes do setor estão buscando no viés tecnológico a resolução de problemas mundiais desse mercado, entre eles a falta de produtividade. Podemos afirmar que para qualquer sistema de saúde, orçamento é sempre insuficiente e otimizar os recursos é o novo desafio.
Em uma conversa com o Vice Presidente Internacional da Hill-Rom, Carlos Alonso, conseguimos observar melhor na prática essas inovações médicas no Brasil. País que é foco da instituição internacional, pois é uma grande oportunidade para aplicar soluções nas carências específicas do sistema de saúde brasileiro.
“Nosso grande projeto é a implementação total no Brasil, importando componentes e firmando parcerias para trabalhar no mercado brasileiro de forma regional porque é um país com massa crítica e também porque é estratégia da Hill-Rom.” Espanhol, o Vice Presidente internacional explica o método da instituição para a efetivação.
Conhecendo a filosofia da Hill-Rom notamos que acompanha a demanda nacional ao propiciar soluções integradas por diferentes áreas de um hospital, entregando o benefício da combinação dessas tecnologias ao gestor. Ao começo, a Hill-Rom era essencialmente de infraestrutura hospitalar, depois adotou uma estratégia de conectividade e agora, após a aquisição de duas outras companhias, tem os recursos para se denominar patient centered care, totalmente voltada para o cuidado do paciente.
Além do mais, o VP sabe da necessidade de entregar produtos de forma flexível para o cliente e ainda proporcionar o melhor relacionamento pós-venda, “Trabalhamos com diferentes níveis e patamares de custo, atendemos em qual patamar a empresa quer focar porque existem níveis de custos diferentes do sistema de saúde e as companhias escolhem onde focar.”