Já presente nas indústrias química, de tecnologia da informação e no varejo, a inovação aberta, ou open innovation (OI), como ficou mais conhecida, dá seus primeiros passos na área de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) em Saúde, já com resultados promissores.

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De acordo com levantamento da consultoria global Deloitte, analisando dados de 1988 a 2012, as chances de entrada de um novo medicamento na fila de aprovação dos órgãos regulatórios para testes clínicos é três vezes maior do que se a droga for desenvolvida no modelo fechado de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

A consultoria aponta que, no período, 463 medicamentos foram desenvolvidos no modelo fechado, com taxa de sucesso nas submissões de 11%, e 355 com open innovation, com taxa de submissão de 34%.

Os modelos de inovação aberta variaram, mas podem ser divididos, de uma maneira geral, em quatro grupos:

1) Terceirização pura – em que apenas um parceiro é escolhido para o desenvolvimento da pesquisa, enquanto a indústria se responsabiliza pela governança, metodologia e operação.