No evento promovido pela The Economist e pela GE, chamado de Driving Innovation in health care, palestrantes como Irene Mia, diretora da unidade de inteligência da The Economist, citaram qual o panorama de inovação no sistema brasileiro e o que o Brasil, precisa, a partir de agora, para se manter um país forte e com, cada vez mais, cases de inovação.

Segundo Irene, o que precisa ser discutido aqui é a economia, a política brasileira e qual a interação que esperamos entre estes dois setores. Atualmente, estamos em um período de estagnação com prováveis 0,4% de crescimento em 2014 e, em média, 2,5% entre 2016 e 2019. A inflação parece se manter alta e mais alta que o objetivo do Banco Central, o deficit fiscal não deve ser bastante reduzido. A política atual de intervencionismo não agrada os investidores, o que dificulta o processo de crescimento econômico.

Se olharmos para os indicadores de vulnerabilidade, o Brasil tem boas reservas internacionais, recebe altos índices de investimento estrangeiro direto e temos forças como a transição demográfica que nos favorece em termos de mudanças de classe social, ainda somos um país com muitas reservas naturais, temos uma baixa taxa de desemprego e o setor privado é bastante competitivo dentro do país e fora dele. Em comparação à Índia e China, temos um poder de compra per capita muito maior e isso nos abre vantagem de mercado sobre eles.