ECM (Enterprise Content Management) fez enormes progressos nos últimos 10 anos. Ainda assim, em muitos casos, permanece invisível para quem o utiliza diariamente. ECM armazena conteúdo clínico que reside fora do prontuário eletrônico do paciente (PEP), até 65% em algumas situações, e uma grande parcela do conteúdo administrativo e financeiro, tornando-se o repositório de conteúdo mais importante em uma instituição de saúde.

ECM surgiu como gestão de documentos departamentais em áreas administrativas e financeiras. Chamado na época de “gestão de documentos e imagens”, tinha como foco a digitalização e o armazenamento eletrônico de material em papel para ajudar os departamentos a reduzir custos de armazenamento e recuperar espaço valioso. Ao longo do tempo, passou a incluir as capacidades de workflow, gestão de processos de negócio e gestão de casos, que aceleraram os processos de negócio e pouparam tempo e recursos. Evoluiu de uma solução de gestão de documentos para o que atualmente é denominado: gestão de conteúdo empresarial.

É familiar a visão do staff operacional entregando ao paciente uma prancheta com formulários. Não é muito comum o paciente receber um tablet contendo versões eletrônicas de todos os formulários importantes que ele deve ler, preencher e assinar.

ECM preenche os formulários automaticamente com informações do paciente que já estão arquivadas para que ele não precise fornecer dados redundantes, o que proporciona uma melhor experiência. E, uma vez que ECM captura o conteúdo eletronicamente, informações completas e exatas do paciente ficam disponíveis de imediato a partir do próprio PEP, otimizando não só todo o processo de registro, mas também processos downstream, como faturamento.

Esta estratégia de conteúdo clínico é essencial para a continuidade dos dados, dotando as organizações de saúde com um roadmap para o tratamento aprimorado do paciente.

A tecnologia ECM foi além dos dados administrativos e agora inclui conteúdo clínico, como resultados laboratoriais, fotos de tratamento de lesões, eletrocardiogramas e muito mais. Este conteúdo integrado ao PEP pode ser acessado pelos médicos de forma fácil e rápida, sem que seja necessário alternar entre aplicativos.