O PandaLabs, laboratório de segurança da Panda Security, detalha e analisa as questões básicas que afetam a segurança cibernética. Proteção avançada é a chave para o cenário das ameaças cibernéticas em constante mudança.

Os ataques cibernéticos estão em constante evolução e, ao mesmo tempo, estão se tornando mais frequentes. Por esse motivo, os profissionais de segurança cibernética devem olhar além das ideias tradicionais e deixar para trás estratégias puramente reativas e adotar uma abordagem mais proativa e progressiva. Proteger o endpoint da mesma maneira que sempre foi protegido não é mais suficiente. Atualmente, as ameaças se multiplicam e mudam tão rapidamente que as empresas não podem mais depender de ferramentas de defesa manual para garantir a segurança cibernética.

Além disso, em 2020, toda infraestrutura ou ambiente de TI precisa considerar o que pode vir no futuro. Portanto, é vital empregar soluções de segurança cibernética com várias camadas que podem monitorar malware em tempo real para descobrir padrões de comportamento e eliminar todos os tipos de ameaças persistentes avançadas, ataques sem arquivos e outras atividades maliciosas que podem pôr em risco a organização. Os endpoints devem ser protegidos usando uma abordagem que combine a proteção avançada de endpoint (EPP) e a detecção e resposta de endpoint (EDR), com uma postura de segurança de confiança zero apoiada por inteligência artificial.

O PandaLabs, laboratório de segurança da Panda Security, multinacional espanhola líder em soluções e serviços avançados de segurança cibernética e ferramentas de gerenciamento e controle, escreveu o Relatório de insights sobre ameaças de 2020 que ressalta a importância da proteção avançada, que lista as 6 melhores práticas combater os ciberataques. Para isso, analisou e detalhou vários aspectos-chave no campo da segurança cibernética:

1) Insights com base em dados, não em intuição. A segurança do endpoint requer uma enorme quantidade de dados a serem coletados e analisados. Esses dados abastecem tudo, da inteligência artificial que analisa os comportamentos e cria padrões até os serviços de caça de ameaças, responsáveis por interceptar as ameaças antes que elas possam atacar. Na defesa cibernética, os dados dos endpoints fornecem um nível de visibilidade essencial que pode oferecer proteção de primeira linha e ver o que está acontecendo em todos os dispositivos, redes e conexões. Dessa forma, é possível detectar qualquer mudança, tendência ou anomalia no cenário global de ameaças. Sem esse alto nível de visibilidade, agora e no futuro, os criminosos cibernéticos poderão percorrer as redes com facilidade.

2) Hotspots globais: os atacantes ou atacados? De acordo com os dados coletados pelo PandaLabs, a Tailândia é o país com mais detecções por endpoint (40,88), enquanto os EUA são o 14º na lista (0,12). O Oriente Médio e a América do Sul são as regiões com maior concentração de alvos. Estes números levam a uma conclusão surpreendente: Estes países são alvos atraentes para os ataques cibernéticos porque existem muitos sistemas expostos e mal protegidos, o que significa que os hackers tiveram um impacto maior e mais sucesso neles. Além disso, é razoável supor que esses não são os alvos finais, mas que esses sistemas comprometidos são a fonte de outros ataques contra alvos em todo o mundo.