Hoje, com o atual cenário econômico, o mercado laboratorial se apresenta mais competitivo fazendo com as que as organizações desse segmento procurem incorporar novas práticas de gestão para se destacarem no mercado. A adoção de novas tecnologias tem sido um dos caminhos para a promoção dessa mudança, entretanto é sempre necessário ter as últimas gerações de equipamentos e softwares para garantir o serviço com qualidade? Para a discussão dessa temática conversei com Lídia Abdalla, Presidente Executiva do Laboratório Sabin, que também presidirá a Comissão Científica do Congresso Brasileiro de Tecnologia e Medicina Diagnóstica que será realizado no dia 26 de outubro no Healthcare Innovation Show.

Com relação a sua participação no Healthcare Innovation Show, Lídia afirma que é um evento que apresenta muita relevância, pois reúne diferentes players e decisores do setor de saúde e favorece o diálogo sobre o presente, apresentando importantes soluções para o futuro.

Sobre a incorporação de novas tecnologias e as necessidades de atender ao mercado, questionada se existe um limite de aquisição de inovações, Lídia reitera que o primeiro passo é analisar a característica de cada serviço oferecido, o perfil do público atendido, ou seja, estudar o que tem de novo e fazer uma avaliação do custo benefício, o que ele trará de mais eficiência para o processo, segurança para o paciente, e o principal se irá agregar valor ao diagnóstico e ao atendimento do cliente.