Custos crescentes, doenças e tecnologias mais complexas e uma população nem sempre mais saudável compõem a tríade de todas as discussões sobre as mudanças necessárias nos sistemas de saúde, em qualquer parte do mundo.

Essa combinação, que deixa todos os players da cadeia insatisfeitos – fontes pagadoras, prestadores de serviços e usuários -, leva à criação de novos conceitos e mecanismos para entender e solucionar os obstáculos que impedem as populações de manterem sua qualidade de vida, sem colocar em risco as finanças de empresas e nações.

Uma delas, a gestão de saúde populacional, tem o objetivo de, justamente, coletar e analisar dados, que levem à criação de programas efetivos de promoção da saúde e prevenção de doenças. Em teoria, tudo perfeito, mas o sucesso desses programas sempre esbarra na falta de uma real cultura de saúde e no baixo engajamento do paciente.

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Por isso, a Rand Corporation, think tank norte-americano especializado em saúde, elaborou uma lista com sete medidas a serem adotadas para neutralizar fatores individuais que impactam na qualidade de vida dos indivíduos:

1) Combater convites para beber e fumar – Isso inclui mudar a disposição de bebidas e cigarros em pontos comerciais, de forma a evitar a compra por impulso, e reduzir a exposição de crianças e adolescentes à propaganda desses produtos;