O lixo hospitalar representa cerca de 1% dos resíduos das cidades brasileiras e demanda condições especiais de manuseio pelo alto nível de contaminação. Por conta disso, meio ambiente e a sustentabilidade são grandes preocupações da área de saúde.

A radiologia, um dos grandes produtores de lixo tóxico hospitalar, é responsável por gerar toneladas de resíduos prejudiciais à saúde. O uso de películas onde são impressos raios-x traz um grande perigo ao meio-ambiente devido à prata que existe na composição dos filmes radiográficos. Esse material faz parte do grupo dos metais nobres e quando despejado em aterros sanitários contaminam por centenas de anos o solo e os lençóis-freáticos.

Embora tenha se modificado pouco na sua essência desde o descobrimento, o processamento de imagens na radiologia para fins médicos tem melhorado substancialmente com os avanços tecnológicos. De imagens processadas em placas de vidro, passaram a usar o filme e, nos últimos anos, a captura passou a ser digital, seja por radiografia computadorizada – CR (placas de fósforo onde imagens são digitalizadas) ou por Digital Direto – DR (painel detector digital em que a imagem é formada eletronicamente).