As oportunidades de aplicação de Big Data, Inteligência Artificial (IA) e Ciência de Dados já impactam a área de saúde, não apenas na assistência aos pacientes. O segmento vem se modernizando e busca novos recursos e formas de otimizar processos, reduzir custos e melhorar planejamentos.
Ainda existe, no entanto, obstáculos éticos — como a confidencialidade sobre doenças e tratamentos oferecidos — e técnicos que atrasam a evolução da adoção de métodos de IA em hospitais e em políticas de saúde pública. Em paralelo, interesses econômicos podem comprometer o compartilhamento de informações. Um exemplo prático são os prontuários eletrônicos, aos quais os pacientes têm apenas acesso a cópias.
Neste caso, as informações contidas neles são do paciente ou do hospital? As unidades de saúde podem vendê-las para empresas interessadas em fazer estudos e análises?