Na última Conferência Nacional de Investimento Anjo 2014, muito se falou a respeito das contribuições que investidores, anjo ou institucionais, podem oferecer, além do óbvio aporte financeiro. Em especial, comentou-se da experiência que tais investidores podem trazer ao negócio principalmente no que se refere ao mercado.

Essa realmente é a única temática relevante da qual um empreendedor precisará de conselheiros experientes? Será que não são necessários também conselhos a respeito de outras questões que podem colocar em xeque o desenvolvimento da empresa?

No livro The breakthrough company, Keith McFarland verifica que apenas 12% das mais de 7.000 empresas já listadas na Inc. 500 desde 1982 atribui seu sucesso à uma ideia brilhante. Todo o restante considera que foi a execução extraordinária o diferencial de sucesso, sendo a ideia principal, em si, bem ordinária.