O uso de smartphones, sensores e tendências como big data e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) estão impulsionando a coleta de dados de saúde e viabilizando o autocuidado do paciente. Porém, a questão que fica é: as pessoas estão interessadas em gerir a sua própria saúde?
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As iniciativas de medicina preventiva, que promovem a saúde e previnem ou controlam as doenças, só alcançam seus objetivos se o paciente também se engajar no tratamento e nas recomendações médicas, como praticar atividades físicas e manter uma alimentação saudável. Mas o que vemos, em termos gerais, é uma população com hábitos de vida pouco saudáveis, que come mal, é sedentária e muitas vezes abandona os tratamentos.
Por isso, hoje as estratégias focadas em qualidade de vida e iniciativas como a gestão de saúde populacional se apoiam também em métodos para estimular a mudança de comportamento das pessoas. Entre elas estão:
1) Informação – oferecendo conteúdo multiplataforma, melhorando a comunicação entre médicos e pacientes, divulgando dados e campanhas em redes sociais, palestras e publicações, entre outros;
2) Persuasão – utilizando exemplos que reforcem o comportamento positivo ou mostrem os danos de hábitos não-saudáveis, como as imagens de pessoas doentes nas embalagens de cigarro, ou, ainda, oferecendo incentivos financeiros e não-financeiros;