Se você ainda não leu a matéria de capa da Veja SP desse final de semana, deveria. Nela você irá encontrar a história e planos do Dr. Consulta, e além disso vai conhecer um pouco mais sobre um dos próximos grandes empreendedores que o Brasil verá.
Mas o foco da minha matéria não será o Dr. Consulta ou Thomaz Srougi e seus sócios, e sim de algo que me chamou a atenção durante a leitura. Trata-se da filosofia empregada pelos sócios, o de ser mão-fechada, economizar e re-investir os lucros para prosperar.
Na maior parte das vezes ser chamado de mão-fechada não é bom, mas será que não é mesmo? Quando falamos sobre prosperidade pode ser ótimo, ainda mais se você é empreendedor e está no começo de um novo negócios.
Ser mão-fechada é também economizar o máximo possível, sem que isso prejudique o negócio como um todo. Na matéria da Veja, Srougi afimar que pensando na prosperidade do negócio, criou o logo da empresa no power point, utiliza sua própria voz no atendimento eletrônico (que foi captada pelo microfone do seu celular), ao invés de comprar cortinas colocou papel nas janelas e muito mais.
Durante a matéria Srougi diz não utilizar seu carro para andar pela cidade, e que inclusive já deve de trocar a bateria dele pela falta de uso. Ao contrário, circula pela capital de transporte público. Arrisco-me a dizer que Thomaz também “seja mão-fechada” em sua vida pessoal, não? Lembre-se, prosperar.
Outro ponto muito importante na entrevista é que os sócios não pretendem realizar os lucros nesse momento, ou seja, não pretendem receber suas participações nos lucros, ao contrário, estão os reinvestindo no Dr. Consulta.