O primeiro evento do Empreender Saúde em sua nova sede ocorreu sob o tema de Internacionalização de Startups de Saúde, no dia 28 de janeiro. Algumas das empresas trouxeram discussões sobre investimento estrangeiro e o contato com o mercado externo, mesmo que não haja operação em outros países.

A Medicinia é um exemplo de empresa que não possui operação internacional, mas, desde o princípio conta com investidores estrangeiros e influência de negócios de fora do país. Para eles, o desafio é diminuir o desperdício dentro do hospital que, segundo Daniel Branco, CEO da empresa, pode chegar a 12 bilhões de dólares, graças ao maior tempo de leito, à existência de leitos vazios com emergência cheia e eventos sentinela, com erros médicos mais graves.

Nas palavras dele “simplificamos os processos dentro do sistema de saúde e tentamos colocar novos processos que otimizem a comunicação entre os profissionais de saúde”. Sobre investimentos, Daniel comentou que “o dinheiro é agnóstico, não faz tanta diferença de onde vem; o que faz diferença é o portfolio do investidor, se você vai ser mais B2B, mais B2C..” e isso importa bastante caso a empresa queira criar um portfolio futuro internacional ou ter este apoio de especialistas de fora.