O REDOME (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea) conquistou a certificação internacional concedida pela Associação Mundial de Doadores de Medula Óssea (WMDA, na sigla em inglês). Essa conquista traz diversos benefícios para o REDOME como a melhoria da qualidade do registro, o aumento da visibilidade nos serviços globais de busca e a compatibilidade e disponibilidade de doadores voluntários para transplante de medula óssea.
Essa certificação comprova que os processos e atividades do registro brasileiro atendem aos padrões internacionais de segurança e qualidade definidos pela WMDA. O certificado foi entregue à coordenadora técnica do REDOME, Danielli Oliveira, na última sexta-feira (28), durante a 14ª Conferência Internacional de Registros de Doadores de Medula e Reunião Global da WMDA, na Cidade do Cabo, África do Sul.
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Processo de certificação e avaliação
Dos cerca de 70 registros existentes no mundo, apenas 33 possuem a certificação da WMDA, uma comunidade sem fins lucrativos com sede na Holanda, que promove a colaboração entre registros de doadores voluntários em todo o mundo, focando na segurança para doadores e pacientes.
O REDOME é o primeiro registro da América Latina a receber essa certificação, que deve ser renovada a cada quatro anos.
Durante o processo de certificação, são avaliados os principais processos e atividades do sistema, incluindo a organização geral do registro, tecnologia da informação e segurança dos dados, recrutamento, triagem laboratorial, coleta de células-tronco hematopoiéticas de doadores voluntários e facilitação nas solicitações de busca entre os registros.