Solução realizará o registro eletrônico de todas as interações médicas dos atletas e contará com uma versão totalmente em português, atendendo às leis de saúde brasileiras
Plataforma possibilita o gerenciamento da saúde do atleta, evitando procedimentos desnecessários.A GE fechou acordo com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para fornecer um inovador software de gestão da saúde para toda a estrutura oficial de atendimento médico dos Jogos Rio 2016, incluindo a Policlínica, que atenderá atletas de todos os lugares do mundo. A empresa é patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
Segundo Daurio Speranzini Jr, presidente e CEO da GE Healthcare para a América Latina, a tecnologia, chamada Centricity Practice Solution, foi desenvolvida inicialmente para o United States Olympic Committee (USOC) que a tem utilizado com muito sucesso desde os Jogos Olímpicos Londres 2012. “A GE é a maior empresa digital industrial do mundo. Nada mais natural do que oferecer uma de nossas grandes inovações em Healthcare IT para uma das maiores competições esportivas do mundo e, assim, expandir nossa capacidade analítica para atletas vindos de diferentes países”, explica o executivo.
A solução, que realiza o registro eletrônico de todas as interações médicas dos atletas, contará com uma versão totalmente em português, atendendo às leis de saúde brasileiras, além de possuir os conteúdos e aplicações em inglês.
“Mais que um prontuário eletrônico, essa solução possibilita unificar todas as informações de atendimento em uma mesma plataforma na nuvem e também realizar análises, tornando viável uma avaliação evolutiva das condições físicas dos atletas, até mesmo para edições futuras dos Jogos”, complementa. “Será possível não só oferecer um atendimento mais rápido durante os Jogos, como também contribuir para a análise e acompanhamento da performance dos atletas a médio e longo prazo”, comenta Daurio.
“A medalha de ouro dos serviços médicos é poder contar com uma solução de saúde integrada e abrangente para a prevenção de lesões. Sem um registro médico adequado é difícil prever quais lesões serão mais comuns em determinados esportes no futuro”, salientou Dr. Richard Budgett, diretor Médico e Científico do Comitê Olímpico Internacional.