A maior companhia de biotecnologia do mundo, Roche, tem realizado diversas reestruturações e criado uma divisão de análise de dados dentro da companhia que já conhecemos. Além disso, tem investido no desenvolvimento de ferramentas que auxiliam a gestão de saúde pública e privada no Brasil.

Segundo uma matéria publicada no portal da Revista IstoÉ Dinheiro, somente no ano passado, a empresa registrou um faturamento de US$ 62,3 bilhões (58,3 bilhões de francos suíços) e vem liderando em segmentos como diabetes, oncologia e doenças de alta complexidade.

O período da pandemia do novo coronavírus (covid-19) também apresentou um panorama mais favorável para a expansão dos negócios das multinacionais do setor de saúde, justamente pelo fato de todos estarem se reinventando frente às novas demandas.

 

Mudanças na companhia Roche

A companhia promoveu antigos funcionários a consultores da jornada de vida dos pacientes. Os 14 representantes da empresa que faziam expedientes no hospital Sírio-Libanês, por exemplo, foram para as ruas acompanhar médicos e pacientes. Os representantes de vendas, supervisores, gerentes regionais e diretores se tornaram PJPs (sigla para Patient Journey Partners, na tradução livre: Pacientes Parceiros de Viagem) e HSPs (Healthcare Ecosystem Partner, na tradução livre: Parceiro do Ecossistema de Saúde). Além disso, o comitê executivo, por exemplo, passou a se chamar Brazilian Enabler Team, ou Time de Facilitadores Brasileiros.