O desperdício é hoje o principal fator que impacta nas contas

hospitalares. Estimativas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

registram que as perdas com medicamentos, por exemplo, incluindo os comprados

no varejo, pelos hospitais e pelo Poder Público, giram em torno de 20%. Isso

leva à distorção hoje observada nas práticas assistenciais, precificação,

compra de medicamentos e insumos, e também resulta em perda de eficiência.