Surge no cenário brasileiro da saúde uma nova modalidade de serviços, a de cupons que permitem à pessoa que os adquire ?comprar? ou trocar por uma consulta médica.
Historicamente, os primeiros cupons parecem ter surgido nos Estados Unidos, em 1887, numa jogada de marketing da Coca-Cola quando se fundiu com outra empresa e distribuiu 8,5 milhões para os potenciais consumidores, tendo também impresso nas principais revistas do mercado americano o papelzinho de troca. A prática se tornou tradicional no maior país capitalista e até hoje milhões de donas de casa recortam seus cupons para trocá-los por mercadorias.
No período pós-guerra, quando a moeda estava em declínio na Alemanha e muitos morrendo de fome, o Governo distribuiu cupons para que a população pudesse comer. Em outro continente, Cuba, um dos últimos redutos do socialismo, o sistema de cupons limitados por pessoa para alimentos ainda é vigente.
Como podemos ver, os cupons estão em diferentes mundos, ele surge como uma estratégia do mundo capitalista, foi utilizado num período crítico da Europa e, ainda, serve aos princípios da ditadura de Fidel.
Prometer saúde e liberdade parece plataforma de políticos que dizem que vão dar à população o que já é de direito.
O texto de uma das empresas de Vale Saúde, diz: