Na semana passada foi discutido, no Senado norte-americano,

um estudo que mexeu novamente com os americanos. Passados 15 anos da publicação

do Institute of Medicine: “To err is

human” (IOM, 1999), as coisas pioraram. O número de mortes prematuras,

associadas com eventos adversos evitáveis, de pacientes internados nos

hospitais americanos, pode chegar a mais de 400 mil ao ano, mais do que quatro