Em 2012, confesso ter ficado surpreso com a divulgação de um vídeo na Internet que apresentava a incrível possibilidade de em poucos anos estarmos produzindo órgãos, ossos e implnates a partir de uma impressora 3D.

Vejam no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=UsEtyhy81nA

Eu ainda me recuperava do choque de tentar compreender como um arquivo eletrônico pode ser ?impresso? em outro canto do mundo em forma de um objeto físico e tridimensional, seja ele uma peça de automóvel ou um vaso decorativo.

Já escrevi em textos anteriores sobre minha fé na busca de soluções compartilhadas para uma gestão sustentável de OPME que garanta não só a ampliação dos negócios de hospitais, operadoras, médicos e fornecedores, mas a sobrevivência de toda a cadeia de atendimento. Mas, enquanto assistia ao vídeo não pude deixar de pensar como nossos preparativos para um futuro melhor podem estar encobertos pela névoa do conformismo que, muitas vezes, não nos deixa perceber que o molde atual só serve quando não temos alternativas mais simples e práticas.

Estou certo que os fabricantes de máquinas de escrever, bips ou quem criou o Orkut (para usar um exemplo atual) fez uma série planos de melhoria em seus produtos, pensando em tê-los ainda atrativos para seus clientes em 20 ou 30 anos à frente. E, provavelmente, eles teriam tido sucesso, não fossem as mudanças de cenários causadas pelo computador pessoal, o telefone celular ou o What?s Up ou Facebook.