Como todos sabem, desde o boom da web 2.0 as mais diferentes verticais de negócio encontraram aplicação para as novas formas de colaboração que surgiram no universo sem fim da internet.

Como resultado, as conexões sociais se tornaram onipresentes em nosso dia-a-dia. Quando lemos uma notícia no News Feed, quando dirigimos um automóvel com o Waze, quando fazemos uma compra na Amazon – e até quando rezamos – as conexões estão ali, presentes.

Não demorou para que surgisse nesse social graph uma grande variedade de redes sociais de saúde (para saber mais leia meu artigo 7 redes sociais que você precisa conhecer aqui no SB365) e com elas um frisson naqueles que gostam de estar sempre por dentro da última moda digital.

O que poucos sabem, entretanto é que redes sociais de saúde não são uma moda criada por engenheiros do Vale do Silício. Na verdade elas foram criadas muito antes que a grande maioria deles existissem. Elas nasceram no começo do anos 60.

De fato elas surgiram da constatação de cientistas sociais norte-americanos de que o desenvolvimento de algumas condições de saúde estavam relacionadas ao grupo social no qual as pessoas estavam inseridas.

Assim muitos estudos de avaliação de risco em saúde, que eram realizados de forma presencial e baseados no preenchimento de fichas em papel, passaram a levar em conta informações sobre as pessoas com quem o paciente se relacionava.