Ransomware é a técnica usada pelos hackers para bloquear o acesso aos prontuários e ficou conhecida como método para alguns casos de sequestros de registros médicos mais comentados mundialmente.

O que pouca gente sabe é que as soluções de segurança atuais não são totalmente eficazes, porque o phishing dos hackers envolve uma lógica social, como links corrompidos disfarçados em e-mails. Por isso, uma educação adequada sobre como trabalhar pela rede é tão importante quanto realizar manutenções de TI nas organizações.

Um estudo publicado pela Applied Clinical Informatics divulgou  quatro dicas que não devem ser ignoradas pelos hospitais para defender seu sistema de prontuário eletrônico de sequestros:

1. Garanta que os programas estejam instalados corretamente. Isso pode parecer básico, mas, aparentemente, foi assim que se resultou no caso do ataque a Medstar, um servidor mal implantado que apresentou brechas para os hackers.

Além disso, é importante aplicar controles técnicos como arranjos up-to-date ou backups diários e fazer testes regulares para garantir a funcionalidade. Outra indicação é manter uma lista de softwares que são seguros e links que podem ser mau intencionados.

2. Proporcione simulações para a equipe. Nesse campo, a equipe de TI de uma companhia pode enviar mensagens aos funcionários para mostrar e-mails legítimos e seguros e os que não são, contribuindo para uma identificação mais precisa.