Redução do custo de energia para negócios de saúde é um desafio para os pequenos negócios. O Sebrae prioriza os segmentos de saúde que têm registrado que a conta pesa na gestão dos negócios.

O universo de clínicas, laboratórios, farmácias e instituições de longa permanência (ILPI) alcançam 532.408 pequenos negócios nos segmentos de SAÚDE, importando em 13% do público priorizado para as ações do Programa de Promoção da Transição Energética do Sebrae, o Programa Sebrae Energia.

Com as novas regulamentações que estão sendo implementadas nos últimos anos, o cenário para a utilização de energia por parte das empresas tem passado por diversas mudanças.  Energia é um tema dinâmico, dado os vários acontecimentos de mudança da legislação brasileira, as discussões sobre clima e mesmo as novas tecnologias. Especialmente por conta do conceito de mercado livre, no qual aqueles negócios que têm um consumo maior de energia podem negociar diretamente com as empresas distribuidoras ou geradoras de energia. Essa modalidade, popularmente conhecida como “Mercado Livre de Energia” é, na verdade o ACL (Acordo Livre de Contratação).

Os pequenos negócios não estão sozinhos nessas várias ondas de decisão. Por isso, no Programa Sebrae Energia é oferecida a oportunidade de melhorar o desempenho quanto ao CUSTO, CONSUMO, GERAÇÃO e EMISSÕES de gases de efeito estufa.

É importante que as pequenas empresas possam se preparar para realizar uma transição, diminuir os custos e deixar seus negócios cada vez mais sustentáveis. No pilar de consumo, por exemplo, o Sebrae vai fornecer aos pequenos negócios avaliarem a sua eficiência energética, ou seja, a forma como consomem energia e como podem reduzir os gastos. Além disso, vamos ajudar a analisar se aquele empreendimento tem a possibilidade de gerar energia própria.

A coordenadora de Energia do Sebrae, Juliana Borges, ressalta o impacto da iniciativa do Sebrae ao incentivar a transição energética. “Está diretamente relacionado a uma mudança de cultura das pessoas, que está ligada ao tema da sustentabilidade. O pequeno negócio vai perceber que pode ser mais sustentável, gerando mais valor para a sociedade e para o seu empreendimento. Além disso, possibilitará aos empresários uma visão mais estratégica, de gestão, trazendo mais lucro para eles. Com isso, todos ganham”, argumenta.