É difícil prever quando teremos o total controle da pandemia, mas, depois de mais de um ano desde seu início, alguns cenários se fortaleceram na área da Saúde, como a utilização da telemedicina. Apesar aprovada em caráter emergencial no Brasil, a aposta é a de que ela veio para ficar.

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“A telemedicina no Brasil encontra-se em fase de consolidação, porém, com um amadurecimento rápido. As diretrizes de segurança digital e sigilo beneficiaram esse processo. A aceitação ocorreu na medida em que a necessidade aumentou e restou aos médicos e pacientes aderirem”, conta Fernando Arruda, médico especialista em Cardiologia e Clínica Médica, Gestão e Administração em Saúde e Mestre em Gestão da Clínica, coordenador do curso de Medicina na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS).

E não restam dúvidas sobre os benefícios do atendimento remoto. “Em países com dimensões continentais, como o Brasil, nunca vamos ter especialistas em todos os lugares. A telemedicina, portanto, é uma prática excelente para cobrir essa falta de profissionais em locais distantes e auxiliar médicos que precisam de uma segunda opinião, por exemplo”, conta Luiz Ary Messina, engenheiro eletrônico, mestre em banco de dados, doutor em computação gráfica e presidente da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTms).

 

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