O processo de manufatura foi desenvolvido em 1980, mas recentemente passou a ser fabricado para implantes cirúrgicos e usos clínicos.

Empresas como Kalamazoo, Stryker e Medtronic estão investindo na tecnologia para criar produtos ortopédicos e cardiovasculares inovadores e outras, como a Organovo, estão criando órgãos e tecidos para testes clínicos e implantação.

A bioimpressão ainda apresenta potencial de ser bastante útil para diagnósticos médicos e teste de drogas, sendo uma alternativa viável e até mais específica para os testes em animais realizados atualmente pela indústria farmacêutica.